Arquivo do mês: abril de 2015

Sobre os demônios da escrita

  Acho que já falei sobre isso aqui, mas me deu vontade de falar um pouco mais. Antes de me tornar escritora, quando lia ou escutava algum escritor dizer que não poderia viver sem escrever, achava um exagero. Portanto, foi … Continue lendo

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O pequeno folhetim do povo trabalhador (5): o oleiro

Esse homem é um artista. Começou seguindo ordens, aprendendo a fazer o barro, manejar o torno, aquecer e cuidar do forno. Continua seguindo ordens, mas não como aprendiz. Hoje é oleiro profissional, trabalhando em uma oficina, com outros profissionais como … Continue lendo

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Sexta de crônicas: Dívida eterna

Mário de Andrade, autor de Macunaíma, sempre foi uma das minhas paixões literárias. Ele e Oswald de Andrade deram um novo rumo à literatura brasileira, recriando um modo de ver e falar do nosso País: nossa literatura deixou as rarefeitas … Continue lendo

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Um amor de consolo

  Trecho do personagem Tadeu, de meu romance “O Fantasma de Luís Buñuel” “Quando, dois ou três anos atrás, resolvi fazer análise, análise de pouco tempo porque não aguentei muito, era sofrimento demais moer e remoer o passado, passar e … Continue lendo

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O pequeno folhetim do povo trabalhador (4): o faxineiro

Agora que a gente tá sabendo o quanto a água vale, dá vontade de pensar em fechar essa torneira. Mas é água de reuso, então tudo bem. Faz parte do trabalho. A melhor parte, aliás. Em dias de calor, ele … Continue lendo

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Bora trabalhar, menina!

Moro no epicentro das manifestações em São Paulo, bem perto da Av. Paulista. De certa forma, um privilégio, sempre achei, mas atualmente estou começando a ter minhas dúvidas. Acabo escutando coisas demais, e sobretudo, atualmente, besteiras demais. Está começando a … Continue lendo

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O pequeno folhetim do povo trabalhador: na barraca dos ovos

Ela nem sabe direito quando foi que começou a trabalhar com ovos. Quer dizer, pensando sobre isso, até que se lembra. Foi depois de uma seca tremenda que acabou com as hortaliças. Só as galinhas sobraram. Galinha não precisa de … Continue lendo

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Sexta de crônicas: Quando menos não é igual a menos

  Vamos fazer umas continhas básicas para refletir sobre uma questão de grave importância? Pensem comigo, sobre dados da Unicef: – se entre os 50 mil homicídios cometidos no Brasil por ano, apenas 1% dos autores têm menos de 18 … Continue lendo

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Pequeno folhetim do povo trabalhador (2): no bagaço da cana

Quando menino, ele gostava de subir no bagaço da cana e, quando dava, escapava pra usina. Queria ver o pai levando os carrinhos pra alimentar as fornalhas. De longe, escondido; claro que era proibido criança na usina. Mas hoje é … Continue lendo

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A secular feira de Frankfurt

Quem já foi a Frankfurt para a Feira de Livros sabe como os preços da cidade dobram para receber os editores, livreiros e escritores de todas as partes do mundo, e sabem também que Frankfurt é a cidade das feiras: … Continue lendo

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