Arquivo do mês: fevereiro de 2015

“Onde estávamos?” (trecho do meu romance, “O Fantasma de Luíz Buñuel”)

“Olhei o horizonte de terra vermelha, o calor tremeluzindo no pó dourado que subia daquele chão contra a luz do sol, o descampado sem fim, a secura, e meu coração deu um salto: o que era aquilo, meu Deus! Onde … Continue lendo

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O pequeno folhetim das alegrias (1)

É ele! Quase sem respirar, ela o vê chegar. E não é o cavalo preto dele que pula, é o coração irradiante dela olhando pela fresta da janela. Tantos dias de espera se desvanecem num átimo de segundo; a intolerável … Continue lendo

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Sobre escrever

– Escrever é um trabalho. Um prazer inigualável, mas trabalho. Por isso é também prática. Quanto mais você escreve, melhor escritor/a você se torna. – Escrever é ler. Ler muito. Quem não é bom leitor, jamais será bom escritor. – … Continue lendo

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A deliciosa vitória do bloco

Quarta-feira de cinzas: a cidade amanheceu mais silenciosa, mais contida. O carnaval passou: quem gosta curtiu; quem não gosta, se possível, fugiu. É natural. Festa do povo é assim: tem quem participa, tem quem abomine, e o bom é que … Continue lendo

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O provisório final do folhetim dos objetos solitários

Esta não é uma foto bonita, e relutei em colocá-la aqui. Não que toda foto tenha que ser bonita, sei bem disso. Embelezar a realidade não deve ser o guia exclusivo de um fotógrafo. E certamente é difícil o lixo … Continue lendo

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Acordei má

Não. Este olho não está olhando para você. É você que está olhando para ele. Mas ao não saber o que é, isso lhe aflige. Entendo. Só não vejo muita saída para seu dilema, porque não sou eu que irei … Continue lendo

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O pequeno folhetim dos objetos solitários (3)

  Pode não parecer, mas essa foi uma cadeira nobre. Nela se sentaram milhares de bundas. De gente rica (quando ela fazia parte do mobiliário da casa de um ricaço); de gente mediana (quando passou a fazer parte do escritório … Continue lendo

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Sexta de crônicas: “Banho em tempos de seca”

  Quando absurdamente começa a faltar água na capital do Estado mais rico do País que possui a maior quantidade de água do planeta; quando o desmatamento criminoso atinge níveis alarmantes no País que tem a maior cobertura vegetal do … Continue lendo

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“A vida é logo aqui”

  Hoje – dia 4, quarta-feira – é o lançamento dessa coletânea de contos para adolescentes da qual participo. Organizada pelo Nelson Oliveira e com a participação de amigos queridos e outros que conhecerei hoje no lançamento: Adriano Messias, Carla … Continue lendo

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O pequeno folhetim dos objetos solitários (2)

Essa garrafa verdinha parece tão tranquila, não é? Tão indefesa, tão jogada fora e abandonada. Logo ela que já esteve nos lábios de uma morena alta, pernas longas, boca voluptuosa. Esteve pra cima e pra baixo com essa mulher. Deu-lhe … Continue lendo

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